Nunca mais verão, pé na areia, vento do litoral.
Nunca mais o sal na pele, gosto de pastel, beijo de Deus,
tanta paz!
E eu tento lembrar, mas não consigo entender porque tudo
parecia tão dificil naquele tempo, para mim me parece
a velha problematica do inconformismo juvenil, nunca havia
parado para pensar em como nossa juventude nos aprisiona.
Vejo aquela senhora sentada na cadeira de balanço, com todos os seus achados,
seus escombros, fotos empoeiradas, botões, lembranças...
Toda sua vida coube nessa estante, toda paz do mundo repousa em seus olhos.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
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